Saindo do Forno

07/09/2026/Segunda

Tasso é candidato à presidência da SGPA e apresenta suas propostas

Tasso José Jayme anunciou sua candidatura à presidência da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA) durante encontro na sede da Associação Goiana de Avicultura (AGA). Ele estava acompanhado de Romildo Machado e de Marcelo Martins, companheiros de chapa. O encontro reuniu representantes de entidades rurais em um momento de integração e diálogo sobre os desafios e as demandas do setor. Estiveram presentes representantes do Sindicarne, Associação de Novilho Precoce, AGA, Sinepol, além de Alisson Antunes, diretor da AGCZ. Durante a reunião, cada entidade teve a oportunidade de apresentar seu trabalho, suas demandas e os principais desafios enfrentados. A reunião contribuiu para o fortalecimento das instituições que fazem parte da história e da representação do agro goiano. Entre as propostas apresentadas por Tasso estão a de aproximar ainda mais a SGPA e das demais co-irmãs instaladas no Parque Agropecuário de Goiânia.

Casa Branca oferta embriões de Nelore de alta qualidade genética

A Casa Branca Agropastoril realiza, no dia 10, a etapa Ressaca do Circuito Casa Branca de Embriões, com mais de 200 embriões de acasalamentos selecionados, divididos em pacotes para diferentes perfis de projetos pecuários. O evento será transmitido pelo Canal Rural a partir das 20 horas. O circuito faz parte da estratégia da Casa Branca de ampliar o acesso do mercado à genética do seu programa de seleção Nelore. Com 26 anos de investimentos em genética, a empresa utiliza avaliações e rígidos critérios de seleção para direcionar os acasalamentos e formar pacotes de embriões que contribuem para a evolução da produtividade. Mais informações pelo telefone (11) 98877-8802.

Entregas de fertilizantes foram de 19,02 milhões de toneladas no semestre

            A ANDA informa que, no primeiro semestre deste ano, foram entregues 19,02 milhões de toneladas de fertilizantes ao mercado. Isso significou redução de 5,4% ante as 20,11 milhões de toneladas registradas em igual período de 2025. No entanto, a demanda do agro nacional foi devidamente atendida. Especificamente em junho, foram 3,55 milhões de toneladas. O volume significa redução de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram entregues 4,29 milhões de toneladas. As quedas no período refletem as enormes adversidades do quadro geopolítico global, relações de troca acima das médias históricas, escassez de crédito, riscos de recuperações judiciais, altos juros e as ameaças climáticas, como o El Niño.  A ANDA destaca que, no primeiro trimestre, houve impacto positivo da boa safrinha. Mato Grosso, líder nas entregas ao mercado, concentra a maior quantidade no período até junho, com 4,90 milhões de toneladas, ou 25,8% do total. Seguem-se: Paraná (2,15 milhão), Goiás (2,01 milhão), São Paulo (2,00 milhão) e Minas Gerais (1,33 milhão).

Incêndios colocam concessionárias de energia no centro do debate sobre responsabilidade criminal

A combinação entre períodos prolongados de seca, altas temperaturas e vegetação ressecada aumenta o risco de incêndios e coloca a infraestrutura elétrica no centro das discussões sobre prevenção e responsabilidade ambiental. Curtos circuitos, rompimento de cabos, falhas em equipamentos e o contato da fiação com árvores podem produzir centelhas capazes de iniciar ou agravar focos de incêndio. Mas a simples existência de uma rede elétrica próxima a uma área atingida pelas chamas não é suficiente para responsabilizar criminalmente uma concessionária, alerta André Fini Terçarolli, especialista em Direito Penal. Segundo o advogado, é necessário comprovar tecnicamente que uma ação ou omissão da empresa contribuiu efetivamente para o incêndio. “A responsabilização penal não pode decorrer apenas da proximidade entre a infraestrutura elétrica e a área atingida. É preciso demonstrar a existência de uma conduta prevista em lei, o nexo causal e, dependendo do crime investigado, a presença de dolo ou culpa”, afirma. A Lei de Crimes Ambientais prevê punição, inclusive na modalidade culposa, para quem provoca incêndio em florestas ou outras formas de vegetação. Dependendo das consequências do episódio, também podem ser investigados crimes relacionados à destruição de áreas protegidas, danos a unidades de conservação e poluição capaz de provocar riscos à saúde, morte de animais ou destruição significativa da flora.

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