Estacionamento na Praça do Avião. Sugestão do repórter ao Prefeito Manoel dos Reis “colou”

Wandell Seixas

Manoel dos Reis e Silva nasceu em Trindade, mas foi prefeito de Goiânia. Pecuarista em sua terra, presidiu a Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura, mais conhecida pela sigla – SGPA. Aos 22 anos, formou-se pela Faculdade de Medicina da UFMG. Especializou-se em Otorrinolaringologia.

Registra o Google, que sua chegada à Prefeitura de Goiânia deveu-se ao governador Otávio Lage. Prevalecia o regime militar e seu nome foi confirmado pelo comandante Manso Pereira Neto. Sua aproximação com o então presidente Garrastazi Médici favoreceu a nomeação da Manoel dos Reis.  

 Em sua gestão municipal, ampliou-se a pavimentação da malha urbana, construção de galerias pluviais e a inauguração da Fundação Municipal de Desenvolvimento Comunitário, da Avenida Castelo Branco e da Avenida Independência. Além disso, criou a Praça Tamandaré, que viria a ser um dos espaços mais populares e festivos da cidade.

Num jornal goianiense, acompanhava a vida administrativa do então prefeito e opinava muitas vezes. Um belo dia, Manoel dos Reis me convidou para mostrar suas obras. Pára aqui, pára acolá. Na Praça Santos Dumont, homenagem ao Pai da Aviação, paramos para acompanhar a restauração do logradouro.

Percebi como pai que a praça não tinha um estacionamento seguro para a descida das famílias, sobretudo das crianças. Ora meu Deus, na abertura das portas uma criança já pode sair correndo para curtir o ambiente. E, com isso, corre o risco de atropelamento. Então, demonstrei esse quadro ao prefeito.

O doutor Manoel dos Reis, como era chamado, ponderou para a minha consideração e chamou o mestre de obras ali presente e ouvindo tudo ao redor. “Faça as mudanças sugeridas”. A Praça do Avião, nome dado principalmente porque o setor anteriormente fora o primeiro aeroporto de Goiânia, passou a dispor de estacionamento interno. Com certeza, mais seguro.

Digo no presente momento, pena que nem todas as praças locais dispõem de estacionamentos internos e oferecem maior segurança. E, hoje mais do que nunca, a insegurança é bem maior. Os motoristas andam muito apressados. Correm como o mundo fosse acabar de pronto.stão aceita

Botão Voltar ao topo