Tendência

Queimadas: Mapa vê crédito para replantio da cana açúcar

Wandell Seixas

Diante das queimadas que atingem lavouras de diferentes regiões e biomas do Brasil, inclusive em Goiás, o Ministério da Agricultura e Pecuária formata linha de crédito específica para o replantio da cana-de-açúcar. Em Goiânia, o Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado emitiu nota oficial sobre os danos no segmento. Mas, alerta que o mês de setembro é perigoso porque a sequidão prossegue. Há produtores pedindo “chuva pelo amor de Deus”.

De acordo com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a Secretaria de Política Agrícola está atuando no levantamento dos prejuízos provocados pelas queimadas na agricultura brasileira. Após um primeiro diagnóstico, um dos pontos já identificados foi a necessidade do replantio da cana-de-açúcar com foco na próxima safra.

Conforme estimativa da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil, cerca de 80 mil hectares em áreas de cana-de-açúcar e de rebrota de cana já foram queimados. Em Quirinópolis e Maurilândia, onde a cana de açúcar ocupa bom espaço, não ocorreram queimadas significativas.

O Brasil é maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e lidera as exportações globais no segmento sucroacooleiro. Só neste ano, as exportações de açúcar de cana em bruto registram mais de U$ 8,69 bilhões, o que representou um recorde histórico para o setor.

Reação em Goiás

O Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado emitiu nota oficial sobre incêndios em canaviais. Segundo ele, o setor de bioenergia enfrenta consequências extremamente negativas advindas dos incêndios. “O fogo, seja de origem criminosa ou acidental, coloca vidas em risco, mata a fauna e a flora e traz prejuízos não só financeiros, mas de toda a natureza para as usinas produtoras e etanol, açúcar e bioeletricidade e para toda a sociedade”, observa.

 O Sifaeg e o Sifaçúcar realizam levantamento para apurar as perdas geradas pelos incêndios registrados nos últimos dias e durante toda a safra que está em andamento. “Esclarecemos ainda que nossas associadas investem maciçamente na prevenção, com realização de campanhas educativas, ações realizadas com colaboradores, parceiros e comunidade”, prossegue a nota.

Destaca ainda que a tecnologia é amplamente aplicada, com equipamentos de detecção de incêndio, via sistema de monitoramento por satélite e utilização de câmeras de alta definição, instaladas em torres de observação em pontos estratégicos para detecção rápida de incêndios.

Tudo isso monitorado 24 horas e de forma online por Centrais de Incêndios Agrícolas. Além disso, continua a nota oficial, as 37 usinas que “estão em safra este ano possuem cerca de 3.800 colaboradores atuando em suas brigadas, contando com mais de 600 caminhões pipa, cerca de 200 veículos de apoio, além de aviões e drones. Há ainda uma parceria com o Corpo de Bombeiros, prefeituras municipais e órgãos ambientais do Governo de Goiás em ações de prevenção e combate ao fogo.

Queimadas

Mapa vê crédito para replantio da cana açúcar

Wandell Seixas

Diante das queimadas que atingem lavouras de diferentes regiões e biomas do Brasil, inclusive em Goiás, o Ministério da Agricultura e Pecuária formata linha de crédito específica para o replantio da cana-de-açúcar. Em Goiânia, o Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado emitiu nota oficial sobre os danos no segmento.

De acordo com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a Secretaria de Política Agrícola está atuando no levantamento dos prejuízos provocados pelas queimadas na agricultura brasileira. Após um primeiro diagnóstico, um dos pontos já identificados foi a necessidade do replantio da cana-de-açúcar com foco na próxima safra.

Conforme estimativa da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil, cerca de 80 mil hectares em áreas de cana-de-açúcar e de rebrota de cana já foram queimados. Em Quirinópolis e Maurilândia, onde a cana de açúcar ocupa bom espaço, não ocorreram queimadas significativas.

O Brasil é maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e lidera as exportações globais no segmento sucroacooleiro. Só neste ano, as exportações de açúcar de cana em bruto registram mais de U$ 8,69 bilhões, o que representou um recorde histórico para o setor.

Reação em Goiás

O Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar do Estado emitiu nota oficial sobre incêndios em canaviais. Segundo ele, o setor de bioenergia enfrenta consequências extremamente negativas advindas dos incêndios. “O fogo, seja de origem criminosa ou acidental, coloca vidas em risco, mata a fauna e a flora e traz prejuízos não só financeiros, mas de toda a natureza para as usinas produtoras e etanol, açúcar e bioeletricidade e para toda a sociedade”, observa.

 O Sifaeg e o Sifaçúcar realizam levantamento para apurar as perdas geradas pelos incêndios registrados nos últimos dias e durante toda a safra que está em andamento. “Esclarecemos ainda que nossas associadas investem maciçamente na prevenção, com realização de campanhas educativas, ações realizadas com colaboradores, parceiros e comunidade”, prossegue a nota.

Destaca ainda que a tecnologia é amplamente aplicada, com equipamentos de detecção de incêndio, via sistema de monitoramento por satélite e utilização de câmeras de alta definição, instaladas em torres de observação em pontos estratégicos para detecção rápida de incêndios.

Tudo isso monitorado 24 horas e de forma online por Centrais de Incêndios Agrícolas. Além disso, continua a nota oficial, as 37 usinas que “estão em safra este ano possuem cerca de 3.800 colaboradores atuando em suas brigadas, contando com mais de 600 caminhões pipa, cerca de 200 veículos de apoio, além de aviões e drones. Há ainda uma parceria com o Corpo de Bombeiros, prefeituras municipais e órgãos ambientais do Governo de Goiás em ações de prevenção e combate ao fogo.

Botão Voltar ao topo