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Goiânia sobe três posições no ranking dos maiores PIB’s do Brasil

Em 2023, o Produto Interno Bruto de Goiânia atingiu R$ 75,8 bilhões. O resultado indica uma participação de 22,5% em relação ao PIB goiano e de 0,7% perante o PIB nacional. Na comparação com 2022 (R$ 66,3 bilhões), a representatividade da Capital cresceu 1,7 ponto percentual no Estado e, embora tenha se mantido estável frente ao PIB brasileiro, Goiânia subiu três posições no ranking de maiores quantias do País, saltando da 18ª colocação para a 15ª. Estas informações de estudos do IBGE em parceria com outros órgãos estaduais de estatísticas.

Em termos de participação em relação ao PIB do Centro-Oeste, Goiânia manteve a segunda colocação em 2023, com representatividade de 6,5%. O percentual foi o maior desde 2020 (6,6%) e correspondeu ao primeiro aumento após três anos de queda. Em 2022 (6,2%), a Capital havia assinalado o menor resultado da série histórica iniciada em 2002. Com 31,5%, Brasília permanece com larga vantagem em primeiro lugar no ranking da Grande Região.

Quanto à participação perante o PIB do Estado, Goiânia também registrou avanço. Em 2023, a parcela do município em relação à quantia total goiano foi de 22,5% – 1,7 ponto percentual acima de 2022 (20,8%).

Tal como observado na análise regional, esse foi o maior valor desde 2020 (23,1%) e o primeiro crescimento em quatro anos. Ainda assim, os números da capital são bastante inferiores aos recordes apresentados em 2006, com participações de 9,0% no Centro-Oeste e de 29,7% no Estado.

Em 2023, havia oito municípios goianos entre os 25 maiores PIB’s do Centro-Oeste. Além de Goiânia, na segunda colocação, destacaram-se os seguintes: Rio Verde (5º), Aparecida de Goiânia (6º), Anápolis (7º), Catalão (14º), Jataí (15º), Itumbiara (20º) e Luziânia (22º).

Com onze representantes, Mato Grosso foi o Estado com maior presença na lista. Em 2022, porém, ele aparecia empatado com Goiás, ambos com dez municípios. No levantamento mais recente, Senador Canedo e Cristalina, que ocupavam a 23ª e a 25ª posições, caíram para a 28ª e 26ª, respectivamente. Em seus lugares, apareceram Ponta Porã (23º) e Diamantino (25º).

Em 2023, considerando-se os 15 municípios goianos com PIB’s mais elevados, três deles subiram de posição em relação ao ano anterior: Aparecida de Goiânia, do 4º para o 3º lugar; Cristalina, do 10º para o 9º; e Trindade, do 15º para o 14º. Em contrapartida, caíram no ranking os seguintes: Anápolis, Senador Canedo e Valparaíso.

Ampliando-se a análise para 25 municípios, percebe-se a entrada de São Simão, Itaberaí e Palmeiras na lista referente a 2023. Por outro lado, Barro Alto, Paraúna e Santa Helena, que antes ocupavam as 23ª, 24ª e 25ª colocações, desceram para as 35ª, 34ª e 28ª, respectivamente.

Perolândia sobressai

Em 2023, Perolândia registrou PIB per capita de R$ 266,8 mil, o maior de Goiás e o vigésimo oitavo maior do País. No ranking estadual, Davinópolis (R$ 261,0 mil) e Chapadão do Céu (R$ 193,2 mil) apareceram em seguida, repetindo as três primeiras colocações de 2022. Paraúna (R$ 171,2 mil) e Barro Alto (R$ 162,6 mil) completam a lista dos goianos que figuraram entre os cem maiores PIB’s per capita do Brasil.

Nacionalmente, destacaram-se Saquarema (R$ 722,4 mil), São Francisco do Conde (R$684,3 mil) e Maricá (R$ 679,7 mil).

Em 2023, o município de Anhanguera registrou o menor PIB de Goiás (R$ 26,7 mil) e o terceiro menor do Brasil. Abaixo dele, no País, estiveram apenas Santo Antônio dos Milagres (R$ 25,3 mil), no Piauí, e Serra da Saudade (R$ 25,6 mil), em Minas Gerais. O segundo menor valor assinalado por um município goiano ocorreu em Cachoeira (R$ 45,5 mil), mas, em âmbito nacional, ele foi apenas o 84º pior posicionado.

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