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Morre Raul Jungmann, ex-ministro da Reforma Agrária e da Defesa

Morreu neste domingo Raul Jungmann, que foi ministro da Reforma Agrária (1999-2002), durante o primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso. Em 2016, ele assumiu a pasta da Defesa e, dois anos depois, a pasta da Segurança Pública, no governo de Michel Temer. Ele também foi deputado federal por três mandatos: 2003-2006, 2007-2010 e 2015-2018. Além disso, presidiu o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fundou e liderou ONGs e integrou diversos conselhos de administração de organizações. Desde 2022, Jungmann estava à frente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), organização privada, sem fins lucrativos, com mais de 300 associados, responsáveis por 85% da produção mineral do Brasil.

Nota de pesar da Única pelo falecimento de Jungmann  

A UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Raul Jungmann, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Raul Jungmann teve trajetória marcante na vida pública brasileira, com atuação relevante no Executivo e no Legislativo, sempre associado ao fortalecimento das instituições, ao diálogo democrático e à formulação de políticas públicas estratégicas para o país. À frente do IBRAM, exerceu papel central na interlocução institucional do setor mineral e na condução de uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico com responsabilidade. Neste momento de luto, a UNICA se solidariza com os familiares, amigos e com o setor mineral, reconhecendo a contribuição de Raul Jungmann para o debate público e institucional brasileiro. Evandro Gussi Presidente da UNICA

Nota do CEBDS sobre o falecimento de Raul Jungmann

O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Raul Jungmann, ocorrido neste domingo (18), em Brasília.

Ao longo de mais de cinco décadas, Raul Jungmann construiu uma trajetória marcada pela integridade, pelo espírito público e pelo compromisso inabalável com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo. Como presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), cargo que ocupava desde 2022, esteve à frente de uma agenda de transformação do setor mineral, com foco em sustentabilidade, governança e maior aproximação com a sociedade.

“Jungmann foi um personagem fundamental nos debates estratégicos sobre o papel da mineração no desenvolvimento do país, contribuindo de forma decisiva para reforçar a importância dos princípios de sustentabilidade como elementos centrais para uma mineração mais responsável, moderna e alinhada aos desafios do século XXI. Foi um amigo leal e parceiro muito próximo do CEBDS. Estamos todos consternados com essa perda”, destaca Marina Grossi, presidente do CEBDS.  

O CEBDS se solidariza com familiares, amigos e colegas, reconhecendo o legado de compromisso público e contribuição relevante de Jungmann para o desenvolvimento sustentável.

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