O Seguro como Estratégia de Resiliência no Agronegócio

 Oferecimento: JDT Seguros 

Na rotina do campo, a eficiência é guiada por duas variáveis centrais: a precisão do plantio e o sucesso da colheita. Ainda assim, mesmo com planejamento, tecnologia e gestão, parte dos resultados permanece exposta a fatores que fogem do controle do produtor.Em uma operação que funciona como uma verdadeira “indústria a céu aberto”, o seguro ganha protagonismo, atuando como um instrumento de sustentação e previsibilidade para o negócio. 

➡️ Proteção que vai além da lavoura

Falar de proteção no agronegócio exige um olhar amplo, capaz de considerar tanto a lavoura, quanto outros fatores relacionados a ela que compõem o ecossistema produtivo.Ativos essenciais como maquinários agrícolas, silos e armazéns, sustentam o ritmo da operação e viabilizam a estratégia de comercialização. Quando esses recursos sofrem danos ou interrupções inesperadas, o impacto ganha escala, comprometendo o ritmo da safra e pressionando o caixa.Por isso, antecipar riscos é fundamental para evitar que um incidente isolado se torne um problema sistêmico.

➡️ Decisões mais seguras, crescimento consistente

Com menor exposição a rupturas, é possível ampliar a capacidade de planejamento, fortalecer a relação com crédito e cria condições mais sólidas para investir e evoluir.Na prática, isso se traduz em uma operação mais eficiente e preparada para crescer de forma sustentável, mesmo diante de cenários adversos. 

Apoio técnico para quem não pode parar

Na JDT Seguros, atuamos ao lado do produtor rural com uma abordagem consultiva, estruturando soluções personalizadas, de acordo com a realidade de cada operação.

Descubra como protegemos o Brasil que produz!
 Safra de soja ganha 1,6 milhão de toneladas com encerramento de etapa do Rally da Safra  

Voltando aos dados das nossas equipes, a Agroconsult elevou a estimativa da safra brasileira de soja para 184,7 milhões de toneladas. Esse número representa um crescimento de 6,7% em relação ao ciclo anterior, impulsionado por ganhos de produtividade (70%) e aumento de área (30%).Com aproximadamente 1.700 lavouras avaliadas em 14 estados e mais de 60 mil quilômetros percorridos desde janeiro, a produtividade nacional foi revisada para 62,7 sacas por hectare, em uma área plantada de 49,1 milhões de hectares. Destaques Regionais

👉 Mato Grosso: Com a colheita finalizada, o estado deve produzir 51,3 milhões de toneladas, mantendo a produtividade em 66 sacas por hectare, apoiada pelo bom peso dos grãos, apesar do excesso de chuvas em fevereiro.
👉 Bahia e Minas Gerais (Destaques Positivos): A Bahia teve a maior produtividade do país, estimada em 70,3 sacas por hectare. Minas Gerais também alcançou produtividade recorde de 68 sacas por hectare, graças ao bom nível de investimento e volumes adequados de chuva.

👉 Rio Grande do Sul (Destaque Negativo): Sofrendo com a estiagem ao longo do ciclo, o estado teve sua estimativa de produtividade ajustada para 48,3 sacas por hectare.
👉 Outras Regiões: Estados como Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná tiveram leves reduções de estimativa na reta final devido à irregularidade climática e altas temperaturas
 Segunda safra de milho 

Encerrada a etapa soja, o Rally volta as atenções para a segunda safra de milho, que se desenvolve sob maior nível de risco climático em alguns estados.A área estimada é de 18,5 milhões de hectares, com produtividade média de 103,1 sacas por hectare e produção total de 114,5 milhões de toneladas. Segundo André Debastiani, coordenador geral do Rally da Safra, o que definirá o potencial produtivo será o comportamento do clima em abril.Entre 10 de maio e 15 de junho, nossas equipes estarão em campo novamente nos estados de MT, MS, GO e PR para avaliar as lavouras de perto
 📲
  
Botão Voltar ao topo