Saindo do Forno

27/06/2025/Sexta
Federarroz solicita uso da taxa da orizicultura para acessar novos mercados
A Federarroz encaminhou um ofício ao governador Eduardo Leite solicitando que os recursos arrecadados pela Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura sejam utilizados para viabilizar o escoamento da produção de arroz a mercados consumidores. A proposta é que os valores pagos pelos próprios produtores sejam empregados como instrumento emergencial para apoiar a comercialização em meio à grave crise de liquidez enfrentada pelo setor. A CDO é uma taxa obrigatória recolhida dos produtores de arroz no Rio Grande do Sul, destinada ao financiamento de atividades de pesquisa e desenvolvimento conduzidas pelo Irga. O valor é calculado com base em um percentual sobre o valor da UPF-RS por saca de 50 quilos de arroz em casca. O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, reforça que o setor enfrenta um cenário crítico, com preços muito abaixo dos custos de produção e severa restrição de liquidez no mercado.
IBPecan propõe consorciar visita de comitiva chinesa a outra cultura
A coleta e análise de dados sobre a produção e áreas produtivas de pecan no Estado, foi um dos temas da reunião da Câmara Setorial da Pecan. O encontro reuniu diversas entidades ligadas à pecanicultura, na Secretaria da Agricultura, nesta quinta-feira, com a presença do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). Os dados levantados pelo IBGE mostram que dos 497 municípios do Rio Grande do Sul, 293 deles possuem produção de pecan. Responsável pela apresentação, a pesquisadora Fernanda Aissafe de Mello informou que o instituto contabiliza que a área total de produção é de 5.398 hectares e que a área colhida é de 5.329 hectares. Além disso, a pesquisa do IBGE indica que o rendimento médio da pecanicultura é de 1.106 quilos por hectares e que a produção gaúcha é de 5.893 toneladas.
Sustentabilidade: como os equipamentos Valtra contribuem para o meio ambiente
A busca por uma agricultura mais sustentável tem mobilizado o setor de máquinas agrícolas no desenvolvimento de soluções, que aliam eficiência, economia de recursos e respeito ao meio ambiente. A Valtra, referência em tecnologia agrícola no Brasil e no mundo, vem investindo de forma contínua em tecnologias voltadas à redução de emissões, uso inteligente de insumos e menor impacto ao solo. Segundo Elizeu Santos, Gerente de Marketing de Produto da Valtra, a eficiência energética tem sido um dos focos das inovações da marca. “Consumir menos combustível é um pilar essencial quando falamos em sustentabilidade. Para isso, investimos tanto na evolução dos motores, quanto no desenvolvimento de transmissões mais eficientes, como a consagrada transmissão CVT, que otimiza o uso da força do motor e reduz o esforço necessário para realizar as operações no campo”, explica.
Mato Grosso do Sul recebe Programa para Incremento da Produtividade de Milho
O Brasil é o terceiro maior produtor de milho do mundo, e o Mato Grosso do Sul ocupa a quarta posição entre os estados brasileiros na produção do grão, respondendo por 10% do total nacional, segundo o USDA. Para auxiliar os produtores sul-mato-grossenses na produtividade e rentabilidade das lavouras, a Corteva Agriscience, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul e a Associação dos Produtores de Soja do Mato Grosso Sul, lança o “Programa para Incremento da Produtividade de Milho no Mato Grosso do Sul”. A iniciativa surge como uma resposta concreta à estagnação da produtividade do milho no Estado nos últimos anos. O Programa selecionará agricultores para transformarem suas propriedades em áreas modelo. A seleção será feita pela FAMASUL e pela Aprosoja/MS, priorizando produtores de médio e grande porte com perfil inovador. Na ação, a Corteva será responsável pela transferência tecnológica por meio de áreas demonstrativas e conhecimento agronômico.
Hytera destaca avanços em comunicação para o agro na Feira Milk Show
A Hytera, referência global em soluções de comunicação profissional, participa da Milkshow, um dos principais eventos da cadeia produtiva do leite do Brasil Central. Reunindo os principais players do setor, a feira acontece nos dias 26 a 28 de junho, em Tupã, interior de São Paulo. Com presença consolidada no Brasil e liderança no mercado de rádios DMR, a Hytera participará por meio de uma parceria com seu revendedor Contato. Nos três dias do evento, apresentará ao público um portfólio completo de dispositivos que combinam robustez, alta performance e tecnologia de ponta — qualidades indispensáveis para as diferentes realidades do campo.
CD Circula: Pesquisa paulista impulsiona economia circular
Quinto maior produtor de resíduos no mundo, o Brasil ainda precisa sanar muitos gargalos, quando o assunto é reciclagem ou economia reversa. Todos os dias o brasileiro descarta em média um quilo de lixo, incluindo itens como papelão, alumínio, plástico, vidro, entre outros. Somente no quesito plástico, o país fica atrás dos Estados Unidos, China e Índia, como aponta levantamento da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente. Com produção média anual de 452 quilos de resíduos por habitante, a região Sudeste lidera o ranking nacional com quase 40 milhões de toneladas por ano. Contrariando a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305 em 2010, infelizmente, lixões a céu aberto ainda fazem parte da realidade de milhares de brasileiros. O problema, segundo a Associação, não é o aumento do consumo e sim a forma como lidamos e destinamos os seus resíduos.
Dia Internacional das PMEs: inovações facilitam o dia a dia na pequena empresa
Nesta sexta-feira (27) é comemorado o Dia Internacional das Pequenas e Médias Empresas. Criada pela a ONU em 2017, a data tem como objetivo dar visibilidade para as pequenas e médias empresas, que são peça fundamental no giro da economia brasileira. Dados do Sebrae e do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) 2024 apontam 1.407.010 novos negócios foram abertos apenas no primeiro trimestre de 2025. Além disso, o percentual de empreendedores com mais de 3,5 anos de operação subiu de 8,7%, de 2020, para 13,2%, em 2024. Por outro lado, a categoria enfrenta uma série de desafios, especialmente financeiros. Problemas como juros altos e inflação impactam o faturamento e limitam os investimentos, ou até criam dívidas elevadas. A última atualização do “Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian” traz uma amostra disso: dos cerca de 7,2 milhões de negócios inadimplentes, 6,8 milhões eram micro e pequenas empresa