Tendência

Saindo do Forno

 31/12/2025/ quarta-feira

Cooxupé está entre as maiores empresas do Brasil

A Cooxupé está, mais uma vez, entre as maiores empresas do Brasil, de acordo com o ranking Forbes Agro100. O levantamento anual da revista destaca as principais companhias do agronegócio nacional e evidencia a importância estratégica do setor para a economia do país. O ranking é elaborado com base em indicadores financeiros, especialmente a receita líquida anual, refletindo a dimensão econômica e o desempenho das organizações que movimentam o agronegócio. Em 2024, o conjunto das empresas listadas alcançou R$1,886 trilhão em receita líquida, ante R$1,826 trilhão registrados em 2023, o que representa crescimento de 3,3%, segundo a publicação. A Cooxupé avançou 13 posições em relação ao levantamento anterior e ocupa a 29ª colocação no ranking Forbes Agro100. O desempenho é resultado de uma receita de R$10,69 bilhões em 2024, superior aos R$6,43 bilhões registrados em 2023. Atualmente, a Cooxupé conta com mais de 21 mil cooperados distribuídos por 360 municípios de Minas Gerais e Média Mogiana Paulista.

Emater Goiás lança Programa Semear Social

A Emater Goiás lançou o Programa Semear Social, iniciativa estratégica voltada à recuperação de pastagens e ao fortalecimento da agricultura familiar. A solenidade marca o início da execução das ações na safra 2025/2026 e beneficiará produtores dos municípios goianos, com a distribuição de 17 mil kits de insumos agrícolas. Cada kit é composto por 20 kg de sementes de milho, 10 kg de sementes de braquiária, 50 kg de uréia e 5 kg de condicionador de solo, quantidade suficiente para a formação de 1 hectare de pastagem, contribuindo para a redução dos custos de produção e o aumento da eficiência nas propriedades. O programa conta com investimento de R$ 15,8 milhões, viabilizado com recursos do Fundo Protege, vinculado ao Gabinete de Políticas Sociais, e integra o conjunto de ações do Governo de Goiás voltadas à inclusão produtiva, ao fortalecimento da agricultura familiar e ao desenvolvimento sustentável do meio rural. Além dos insumos, os produtores receberão uma cartilha técnica com orientações para a formação de pastagens por meio do cultivo consorciado de milho com braquiária, prática que contribui para a melhoria da cobertura do solo, aumento da produtividade e maior sustentabilidade das áreas produtivas.

 PTx investe em IA para impulsionar a transformação digital no campo

O interesse dos produtores por tecnologias agrícolas avançadas cresce no Brasil e no mundo, impulsionado pelo desejo de soluções que aliem aumento da produtividade à sustentabilidade. Nesse sentido, a PTx alinhada a essa evolução de mercado, busca oferecer produtos que promovam a melhor experiência e resultados para cada ciclo produtivo. Essas tecnologias permitem identificar a melhor forma de trabalho, monitorar o andamento da operação e otimizar o uso de insumos, proporcionando maior produtividade e sustentabilidade para o agricultor. Entre as recentes novidades da PTx estão o sistema autônomo OutRun, o equipamento de pulverização seletiva Weedseeker2 e soluções de controle e eficiência de plantio com os produtos da Precision Planting. O OutRun, por exemplo, permite autonomia ao integrar a IA em seu funcionamento. O premiado sistema destinado a operações graneleiras transforma tratores de linhas existentes em máquinas autônomas, além de manter a colheita em andamento mesmo com escassez de mão de obra. Ele também flexibiliza o uso de operadores em períodos mais intensos da safra, auxiliando na redução de custos e aumentando a rentabilidade no campo. Produzido pela PTx Trimble, o sistema é comercializado de forma piloto nos Estados Unidos; o Brasil integra a estratégia de expansão global do produto e o seu lançamento faz parte do roadmap futuro da marca na região.

Zoetis reforça a diferença tecnológica entre vacinas comerciais registradas

            A sanidade animal ganha cada vez mais relevância no agro brasileiro, impulsionada pelo crescimento contínuo da pecuária e pela necessidade de proteger rebanhos contra doenças de alto impacto econômico. Enfermidades infecciosas podem comprometer o desempenho produtivo, aumentar custos operacionais e gerar perdas reprodutivas, reforçando a importância de práticas preventivas. Nesse cenário, a vacinação se consolida como uma das ferramentas mais eficientes para reduzir riscos e garantir a sustentabilidade dos sistemas pecuários. Com o avanço da ciência, as vacinas evoluíram de formas simples de vírus inativados para tecnologias altamente refinadas, como vacinas de DNA, RNA e vetorizadas. As vacinas comerciais registradas, amplamente utilizadas em grandes sistemas de produção, são resultado dessa evolução. Elas passam por processos rigorosos, contam com eficácia comprovada e utilizam adjuvantes modernos, que ampliam a resposta imune e trazem maior segurança ao produtor. 

Magnitsky vira alvo de solicitações no INPI após repercussão internacional

No balanço de um ano marcado por debates políticos e jurídicos de alcance global, o termo “Magnitsky” se destacou também fora do campo diplomático. Ao longo de 2025, o nome passou a figurar em diversos pedidos de registro de marca no INPI, movimento observado após a forte repercussão da aplicação da Lei Magnitsky a brasileiros e, mais recentemente, da retirada desses nomes da lista de sanções do governo dos Estados Unidos. Em 12 de dezembro, o governo americano anunciou a exclusão do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, de sua esposa e de uma empresa ligada ao casal da lista da Lei Magnitsky, encerrando um período de cerca de cinco meses de sanções. A decisão ocorreu após negociações diplomáticas e colocou ponto final em um episódio que levou o Brasil ao centro do debate internacional sobre limites do poder judicial, liberdade de expressão e sanções por violações de direitos humanos. O impacto do caso extrapolou a esfera política. Segundo análise da Avance Propriedade Intelectual, a repercussão impulsionou uma corrida por registros de marca contendo o termo no Brasil. Nenhum dos pedidos foi julgado pelo INPI até o fechamento desta reportagem. 

Biometano é centro do debate no 8º FSBBB, em Foz do Iguaçu

 “Biometano: bem feito, suficiente, bem distribuído”: Esse é o tema do 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, que vai ocorrer em Foz do Iguaçu (PR), no Bourbon Thermas Eco Resort Cataratas do Iguaçu, de 14 a 16 de abril. Diversos painéis temáticos na programação do evento vão apresentar diferentes aspectos a respeito da produção, de políticas públicas, mercado de certificados, da mobilidade com o uso do biometano, de investimentos na cadeia de produção, a relação com o gás natural e oportunidades e desafios setoriais. Realizado pelo Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), pela Embrapa Suínos e Aves, e pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), o evento é organizado pela Sociedade Brasileira dos Especialistas em Resíduos das Produções Agropecuária e Agroindústria. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em primeiro lote até o dia 16 de janeiro (basta acessar https://www.eventspro.com.br/e/8o-forum-sul-brasileiro-de-biogas-e-biometano) ou enquanto durarem as 100 unidades disponíveis nesse lote.

Safra 2025/2026: prazo para semeadura da soja termina em 2 em Goiás

O prazo para semeadura da soja está chegando ao fim em Goiás. Conforme o calendário oficial da cultura, o último dia permitido para o plantio da cultura de verão é 2 de janeiro. A medida está prevista na Instrução Normativa n° 6/2024 da Agrodefesa, alinhada ao Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, estabelecido pelo Ministério da Agricultura. A partir de 3 de janeiro, a semeadura fica proibida em território goiano, mesmo em sistema irrigado. O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, lembra que seguir o calendário oficial é uma medida importante para assegurar a sanidade e a produtividade das lavouras. O produtor de soja deve estar atento também ao período de cadastro obrigatório das lavouras, que deve ser realizado até 15 dias após o plantio. Com o fim do período de semeadura em 2 de janeiro, o prazo final para o cadastro é 17 de janeiro de 2026. O procedimento deve ser feito no Sistema de Defesa Agropecuário, conforme previsto na Instrução Normativa nº 6/2024.

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