Saindo do Forno

18/03/2026/Quarta

Atlantica Hospitality International encerra 2025 com receita de R$ 2,92 bilhões

Atlantica Hospitality International, rede com 198 empreendimentos e 28,8 mil quartos em todo o Brasil, encerrou 2025 com números em patamares positivos, alcançando R$ 2,92 bilhões em receita, valor 11% superior ao ano anterior. A administradora obteve desempenho acima do mercado em diária média e receita por quarto disponível. A ADR média dos hotéis administrados foi o principal vetor de crescimento de receita, com aumento de 8,9% comparado ao ano anterior. Para 2026 a perspectiva é alcançar R$ 3,26 bilhões em receita e assinar entre 20 e 24 novos contratos, incrementando de 2.500 a 3.150 quartos para o backlog de abertura futura da rede. Além disso, a companhia terá 22 aberturas já programadas para esse ano – além do Motto by Hilton Recife Antigo e o Transamerica Executive Ribeirão Preto já inaugurados -, que somam 2.500 quartos. Até 2030 a administradora prevê estar com 37 mil UHs no portfólio e alcançar R$ 5,45 bilhões em receita.

Everysk e Velo ampliam soluções de risco regulatório no sistema financeiro

A Everysk, empresa especializada em automação para gestão de riscos e compliance no mercado financeiro, anuncia parceria estratégica com a Velo, companhia focada em inteligência normativa e gestão de risco regulatório. A iniciativa busca oferecer às instituições financeiras uma solução integrada que combina tecnologia avançada, automação e interpretação especializada de normas regulatórias. Tecnologias de RegTech ganhaM espaço globalmente como resposta à crescente complexidade regulatória. Estimativas indicam que o mercado global de RegTech foi avaliado em cerca de US$ 14,05 bilhões em 2025 e deve alcançar aproximadamente US$ 16,69 bilhões em 2026, impulsionado pela necessidade de automação em compliance, monitoramento regulatório e gestão de riscos. Projeções adicionais apontam que o segmento pode ultrapassar US$ 38 bilhões até 2030, com forte expansão impulsionada por inteligência artificial e automação no setor financeiro.

Ericsson : tecnologia pioneira que acelera a transformação para redes 5G e 6G

A Ericsson desenvolveu e patenteou uma nova tecnologia que representa um passo fundamental na evolução das redes de telecomunicações para um modelo totalmente autônomo. Desenvolvida pelo pesquisador brasileiro Pedro Henrique Gomes, a tecnologia “Método para criar perfis públicos e privados para gerenciamento de redes baseado em intenções” cria uma forma segura e padronizada para que as redes do futuro gerenciem a si mesmas, abrindo caminho para a redução de custos operacionais, a resolução de problemas em tempo real e a criação de serviços inovadores. A inovação aborda um dos maiores desafios do setor: a complexidade de gerenciar ecossistemas com equipamentos de múltiplos fornecedores e diferentes gerações de tecnologia (como 4G, 5G e futuras redes 6G). A solução permite que as operadoras definam diretrizes em alto nível, chamadas de “intenção”, deixando para a própria rede a tarefa de decidir a melhor maneira de cumprí-las.

SPC Summit discute como transformar risco em oportunidade

Em um cenário de juros altos, inadimplência em foco e competição crescente no mercado financeiro, o SPC Brasil realiza, em 26 de março, o SPC Summit 2026, na Casa Petra, em São Paulo. Com o tema “Transformando Riscos em Oportunidades na Jornada de Crédito e Recuperação”, o encontro reúne executivos, especialistas em crédito, dados e cobrança para debater como decisões baseadas em informação podem impulsionar vendas, fidelizar clientes e reduzir perdas financeiras. O evento combina debates sobre o cenário econômico com demonstrações práticas de tecnologia aplicada ao crédito. Estarão em debate as perspectivas para a economia brasileira em 2026 – incluindo PIB, juros, inflação e crédito. Painéis temáticos tratarão do crédito como ferramenta estratégica de relacionamento e aumento de receitas, do uso de inteligência artificial, modelos preditivos e dados alternativos para personalizar limites e ofertas, e da evolução da cobrança para estratégias mais inteligentes e segmentadas, apoiadas em analytics e monitoramento contínuo de carteira.

 Mudanças no lucro presumido podem elevar carga tributária

Empresas enquadradas no regime de lucro presumido devem redobrar a atenção às alterações introduzidas pela Lei Complementar nº 224/2025, que modificou a forma de cálculo de tributos federais e pode resultar no aumento da carga tributária para parte dos contribuintes. A legislação estabeleceu um acréscimo de 10% nos percentuais de presunção utilizados para determinar a base de cálculo do IRPJ e da CSLL para empresas com receita anual superior a R$ 5 milhões. Na prática, a mudança amplia a base tributável, o que pode levar ao pagamento de valores maiores mesmo quando não há aumento efetivo de lucro. De acordo com Renan Lima, advogado especialista em Direito Tributário, o impacto da nova regra exige análise detalhada por parte das empresas. Segundo o especialista, parte das decisões judiciais tem considerado que o regime de lucro presumido não configura benefício fiscal. “Diante do cenário, a recomendação é que empresas enquadradas nesse regime avaliem os impactos da nova legislação e verifiquem, com apoio jurídico especializado, as alternativas possíveis para revisão ou questionamento da cobrança.

Crise climática bate à porta e na conta de luz

No mês em que comemora o Dia Nacional de Conscientização sobre Mudanças Climáticas e do Dia Mundial da Água (22/03), um alerta urgente une as duas pautas: a gestão estratégica da água no Brasil deixou de ser um tema exclusivamente ambiental para se tornar um fator decisivo na conta de energia, na inflação e na resiliência econômica do país. Em um cenário onde a “gangorra” climática alterna entre secas históricas e chuvas torrenciais, a forte dependência brasileira da energia hidrelétrica revela uma vulnerabilidade que impacta diretamente o bolso dos cidadãos e a competitividade de setores vitais como a indústria e o agronegócio. A conexão é direta e preocupante. Com a diminuição do nível dos reservatórios durante as secas, o Operador Nacional do Sistema Elétrico é forçado a acionar usinas termelétricas. Essa alternativa, além de mais poluente, tem um custo de operação muito superior, pois depende da compra de combustíveis. O resultado é o aumento do custo médio da geração de energia, que é repassado ao consumidor final por meio das bandeiras tarifárias, pressionando o orçamento das famílias e alimentando a inflação.

Conexão Soma Round 120 reúne empresários para imersão estratégica em Goiânia

Empresários e gestores se reúnem nesta quarta, 18, às 14h, na sede do Grupo Soma, em Goiânia, para mais uma edição do Conexão Soma Round 120. O encontro propõe uma imersão de duas horas voltada à discussão de estratégias práticas para a gestão de negócios em diferentes segmentos. A iniciativa reúne especialistas com atuação nas áreas de liderança, recursos humanos e direito tributário, promovendo um ambiente de troca de experiências e análise de cenários atuais. A proposta é fomentar reflexões sobre desafios enfrentados por empresas em um contexto econômico dinâmico e em constante transformação. Entre os participantes confirmados estão o CEO do Grupo Soma, Hebert Ribeiro, a diretora de Recursos Humanos, Rafaella Bessa, e os advogados tributaristas Marcelo Borger e Wagner Figueiredo. Os profissionais devem abordar temas relacionados à organização empresarial, gestão de pessoas e planejamento tributário. O Conexão Soma Round 120 integra uma série de encontros que buscam aproximar lideranças e estimular o compartilhamento de conhecimento entre empresários da região. A expectativa é que o evento contribua para a construção de estratégias mais estruturadas e decisões mais assertivas no ambiente corporativo.

Atvos destaca expansão da bioenergia e avanço do biometano na Expocanas 2026

O avanço da bioenergia e o protagonismo do Mato Grosso do Sul na produção de energia renovável estarão em evidência na Expocanas 2026, principal encontro do setor sucroenergético do Centro-Oeste, realizado de 25 a 27. Entre os destaques da programação está a Atvos que patrocina o evento apresentando sua atuação integrada. A feira antecede a safra 2026/2027 e reúne autoridades, produtores e empresas da cadeia produtiva para debater investimentos, tecnologia, produtividade e sustentabilidade, consolidando-se como um espaço estratégico para troca de conhecimento, geração de negócios e discussão de tendências do setor. Além da presença com estande e participação de suas lideranças, a Atvos participa da Expocanas pelo quinto ano consecutivo, evidenciando a relevância do Mato Grosso do Sul. O evento transcorrerá em Nova Alvorada do Sul, município que abriga a Unidade Santa Luzia e onde está em construção a primeira planta de biometano da companhia. Com capacidade estimada de 28,3 milhões de m³ por ano, a unidade utilizará torta de filtro e vinhaça para produzir combustível renovável que abastecerá parte da frota própria da empresa e atender municípios do entorno, contribuindo para a redução de emissões nas operações.

Momento comercial favorável para o Brangus do Brasil

Vivendo um momento de expansão nos campos brasileiros, a raça Brangus tem neste mês potencial comercial turbinado pela agenda do Mundial da raça. Pilotando parte das vendas do evento, que reúne 11 países, o leiloeiro e presidente do Sindiler, Fábio Crespo, aposta em negócios aquecidos neste semestre. “O momento é favorável para a venda de genética de alta adaptação. O Brangus é uma ferramenta de qualificação para as carcaças do Brasil Central e ganha força em uso tanto puro quanto sobre rebanhos zebuínos”, disse. A realização do evento no Brasil também chama a atenção para a genética nacional, despertando interesse de investidores internacionais e dos próprios brasileiros. “São muitas possibilidades de negócios reunidas neste mês e que devem ter sequência em agendas que se seguem neste primeiro semestre”, completou o diretor da Parceria Leilões. Entre as ofertas Brangus à venda na agenda do Mundial Brangus 2026 está o Leilão Genética Vacacaí, hoje, direto do Parque de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina (PR).

Regras de cibersegurança exigem governança comprovável de bancos e fintechs

            Com o Pix já responsável por 50,9% das transações financeiras realizadas no Brasil e 36,9 bilhões de operações registradas apenas no primeiro semestre de 2025, segundo dados do Banco Central, a segurança digital passou a ocupar papel mais central na estabilidade do sistema financeiro. Uma análise da LC SEC, empresa especializada em cibersegurança e compliance regulatório, aponta que a atualização das exigências do Banco Central deixou de tratar a cibersegurança apenas como requisito técnico e passou a exigir governança comprovável, controles mínimos obrigatórios e capacidade operacional demonstrável de bancos, fintechs e demais instituições supervisionadas. Segundo Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, a mudança representa novo patamar de cobrança regulatória no setor financeiro. As mudanças foram formalizadas em dezembro de 2025 com a publicação da Resolução CMN nº 5.274 e da Resolução BCB nº 538, que atualizaram as diretrizes de segurança cibernética aplicáveis às instituições supervisionadas pelo BC. As normas estabeleceram prazo de adequação a partir de março e reforçam exigências para organizações que participam de infraestruturas críticas do sistema financeiro, como o Pix, o STR e a RSFN.

Nucleopar e Virtue se unem e formam operação de R$ 4,5 bilhões sob custódia

            Em evento interno promovido pela Nucleopar, a Nucleopar Investimentos e a Virtue Invest anunciaram a fusão de suas operações em uma transação que consolida R$ 4,5 bilhões sob custódia. O negócio contou com assessoria da Veritas, consultoria especializada no mercado financeiro. A combinação integra duas casas com posicionamentos distintos. A Nucleopar, com R$ 3 bilhões sob gestão, concentra atuação em clientes em fase de consolidação patrimonial e maior complexidade financeira. Já a Virtue Invest, que administra R$ 1,5 bilhão, tem presença mais forte na formação de investidores e na etapa inicial de construção de patrimônio. A nova estrutura amplia o espectro de atendimento e fortalece o potencial de retenção e crescimento orgânico. No recorte das assessorias constituídas como pessoas jurídicas, foram registrados 168 novos escritórios, recuo de 26,6%, totalizando 1.426 operações ativas. O cenário indica um mercado que passa por um processo de depuração, no qual o crescimento tende a ocorrer menos pela abertura de novos escritórios e mais pela consolidação de operações e ganho de escala.

Em menos de 6 meses, modelo de microfranquia ganha tração

Com menos de seis meses desde o lançamento do modelo de microfranquias, a Rooftop, proptech pioneira em soluções institucionais de liquidez imobiliária para imóveis sob pressão, já começa a provar os primeiros sinais de tração operaciona. A empresa, que conta hoje com oito unidades em operação nas cidades de São Paulo, Curitiba, Goiânia, Araçatuba e Florianópolis, projeta a abertura de mais 60 unidades até o fim do ano. A estratégia reforça a aposta da proptech na expansão via presença regional para distribuição de soluções imobiliárias conectadas a estruturas reguladas do mercado financeiro, incluindo fundos listados na B3. Os primeiros resultados operacionais mostram velocidade de maturação bem acima da média tradicional do setor de franquias. Quatro microfranquias já operam há três meses e duas delas atingiram payback sobre o investimento inicial de R$ 25 mil, sendo um curto intervalo de tempo. Além disso, os primeiros contratos começam a ser fechados durante ou logo após o período de treinamento. Desde o início da operação, os franqueados já somam 20 contratos fechados com ticket médio que gira em torno de R$ 1,2 milhão por operação.  

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