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Setor de gás entra em greve geral em Goiânia

            O Sindicato dos Revendedores de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul anuncia o sucesso da manifestação pública a partir desta manhã em Goiânia. Os grevistas apresentam como justificativa para o movimento os aumentos considerados abusivos nos preços do gás de cozinha. Conforme Zenildo Dias do Vale, presidente do Sinergás/Go/MT/MS, são oito mil funcionários das companhias de gás no País.

 Os caminhões de revendedores de gás estão mobilizados em frente às companhias. São estimados em 35 milhões de bujões P13.  Adianta, ainda, que a mobilização é organizada pelo Sindicato dos Revendedores de Gás. O alvo é as companhias Copa Energia, Ultragaz, Nacional Gás, Supergasbras e Consigaz.

 O sindicato adianta que os revendedores foram surpreendidos com aumentos entre R$ 4,00 e R$ 8,00 no botijão de 13 kg (P13). 

            O SINERGÁS GO/MT/MS questiona esses reajustes e afirma que, diante dos custos considerados pelo setor, “o aumento deveria ser de aproximadamente R$ 0,50 por botijão P13”. 

            A diferença, segundo o sindicato, chega a ser de várias vezes o valor considerado adequado pelo setor. E ressalta que “não é apenas uma questão de preços, mas, sobretudo, de falta de transparência”. 

 A entidade cobra respostas sobre a formação do preço do gás, os critérios utilizados pelas distribuidoras para os reajustes e os impactos que esses aumentos podem provocar no consumidor final.

            O SINERGÁS GO/MT/MS adianta que encaminhará denúncias e solicitar a apuração dos fatos junto ao Ministério Público Federal, Polícia Federal, Ministério de Minas e Energia e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

             O SINERGÁS GO/MT/MS manifesta preocupação com a possibilidade de mudanças na operação do programa. Especialmente diante da perspectiva de que a entrega do Gás do Povo para os 59 mil depósitos de gás do país, não tenham margem que compense para fazerem a entrega.

            Diante desse cenário, empresários do setor afirmam que poderão suspender novas entregas do Gás do Povo até que haja uma solução para os preços praticados pelas companhias e esclarecimentos sobre a operação do programa. 

            O sindicato ressalta que a mobilização não é apenas uma reivindicação dos revendedores.  É um alerta sobre o impacto que a política de preços pode causar diretamente no bolso das famílias. 

            O setor cobra transparência, fiscalização, diálogo e providências das autoridades competentes.          No epílogo, o Sinergás Go/MT/MS final formula “a pergunta que o setor e os consumidores querem ver respondida é: cadê o governo federal?”

Contato: Zenildo (62) 98166-1126

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