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Alimento, ambiente e qualidade intestinal das aves são os três principais fatores associados à presença de Salmonella nas granjas

Controle sanitário na avicultura depende de atenção à qualidade da ração, biosseguridade e saúde intestinal das aves

A pressão de infecção nas granjas nem sempre começa com uma ave doente. Muitas vezes, o problema surge em atos de rotina, como um caminhão de ração mal higienizado, excesso de umidade na cama ou desequilíbrios na microbiota intestinal. Em uma atividade cada vez mais exigida sanitariamente, esses pontos de atenção podem favorecer a presença de Salmonella, bactéria que está entre as principais causas de condenação de carcaças no país, de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Os reflexos do problema são extensos. “Quando ocorre uma multiplicação exacerbada de bactérias com potencial patogênico, como é o caso da Salmonella, pode haver consequências tanto no desempenho produtivo quanto no comércio internacional do produto final”, comenta a médica-veterinária Mariana Rosetti, coordenadora de produtos da MCassab Nutrição e Saúde Animal.

Ambiente e alimentação são pontos de atenção no controle de bactérias, visto que falhas na limpeza, desinfecção e manejo da granja favorecem a multiplicação de microrganismos, enquanto a ração pode se tornar uma importante via de transmissão quando matérias-primas e equipamentos não recebem os cuidados necessários, permitindo que o alimento chegue ao animal com elevada pressão de infecção.

Um terceiro pilar contra as salmoneloses é a saúde da microbiota intestinal. “Afinal, um intestino equilibrado ajuda na digestão, na absorção de nutrientes e também na proteção contra patógenos. Quando esse equilíbrio é afetado, as aves ficam mais vulneráveis à multiplicação bacteriana no trato digestivo”, comenta a especialista.

Para controlar esses desafios, é preciso utilizar soluções voltadas à redução da carga microbiana e ao suporte intestinal. Por exemplo, ProPhorce PH101 combina ácidos orgânicos e óleo essencial para atuar desde a ração até o trato digestório das aves. A solução foi desenvolvida pela Perstorp e em conjunto com a MCassab, está disponível em todo o país.

O produto reduz a contaminação microbiológica ainda no alimento, diminuindo a pressão de infecção à qual os animais são expostos. Já no organismo das aves, auxilia na acidificação do trato digestivo superior, criando um ambiente menos favorável à multiplicação de bactérias, e no trato intestinal, atua reduzindo a presença direta de patógenos. “O foco vai além de tratar problemas sanitários somente quando eles aparecem. É preciso pensar em um conceito mais abrangente e reduzir a pressão de infecção antes mesmo que ela afete o desempenho e prejudique a comercialização do produto final”, enfatiza Mariana.

Sobre a MCassab – O Grupo MCassab é uma organização familiar nacional, fundada em 1928, com administração profissional, que distribui ao mercado brasileiro e latino-americano. Com matriz em São Paulo (SP), a empresa está presente nas grandes capitais do Brasil, além de escritórios na Argentina, Paraguai, Uruguai, México, Colômbia, China e Índia. O negócio de Nutrição e Saúde Animal é um dos maiores do Brasil, atuando com especialidades e ingredientes para avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquacultura e petfood. A Fider Pescados, que se dedica à criação e ao desenvolvimento de produtos a partir da tilápia. O negócio de Distribuição atende à área industrial com o fornecimento de matérias-primas para cosméticos, limpeza doméstica e institucional, farmacêutica, veterinária, química e agrícola. A NUTROR oferece pré-misturas customizadas ao mercado de alimentos, bebidas, suplementos e nutrição clínica. Mais informações: www.mcassab.com.br.

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