Saindo do Forno

28/10/2026/Quarta
Mozarlândia recebe 6.700 animais em etapa do Circuito Nelore de Qualidade
O Circuito Nelore de Qualidade deve avaliar 6.700 animais na Friboi de Mozarlândia (GO) entre os dias 27 e 29. A iniciativa é promovida pela ACNB, em parceria com o frigorífico e com apoio da AGN, da Ivomec e da Matsuda Sementes e Nutrição Animal. “Esta etapa deve se consolidar como a maior da história do Circuito, o que revela a importância do projeto. Com ele, acompanhamos de perto o trabalho dos produtores e as características dos animais que chegam à indústria. As expectativas são altas, pelo histórico de bons animais que já avaliamos Mozarlândia”, destaca o gerente executivo da ACNB, André Locateli. A região que recebe a etapa tem grande importância para a pecuária nacional. Goiás tem 22,5 milhões de cabeças, segundo o IBGE. O estado realizou o abate de 4,2 milhões de bovinos, 9,9% do nacional.
Ordem do Santo Sepulcro concede título de Cavaleiro a Wagner Balera

O professor emérito da PUC-SP, Wagner Balera, foi investido Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém durante missa solene celebrada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Rio de Janeiro. A cerimônia foi presidida por dom Orani João Tempesta, cardeal-arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião. A solenidade contou também com a presença da Dama de Comenda Almerinda Mendes. A finalidade da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém é preservar valores éticos, cívicos e filantrópicos, promover ações assistenciais e humanitárias, além de incentivar a cultura, as ciências e a preservação da memória histórica. A instituição conta com 30 mil cavaleiros e damas organizados em Lugar-Tenências. Com origens que remontam à época das Cruzadas e reconhecida como uma ordem de cavalaria sob a proteção direta do Papa, a Ordem do Santo Sepulcro combina tradição secular e compromisso social contemporâneo.
Clima atrasa esquila de ovinos e produção de lã chega a 8 milhões de quilos
As chuvas e as baixas temperaturas atrasam a esquila em algumas propriedades do Rio Grande do Sul, enquanto a produção estadual deve chegar a 8 milhões de quilos nesta safra. Apesar da preocupação com a qualidade da fibra, os prejuízos provocados pelo excesso de umidade ficaram abaixo do esperado, segundo a Arco. De acordo com o coordenador do Programa de Lã Certificada da Arco, Sérgio Muñoz, produtores têm aguardado condições climáticas mais favoráveis para retomar a atividade. Em Herval, por exemplo, uma comparsa de esquila está parada enquanto produtores esperam a elevação das temperaturas para retirar a lã dos rebanhos. O atraso também pode aumentar a exposição da fibra a plantas contaminantes, como a flechilha, que aparece com maior frequência em novembro e compromete a qualidade do produto. A flechilha é um capim cuja semente parece uma pequena flecha afiada. Quando ovelhas pastam em campos cheios desse capim, essas sementes se soltam e grudam intensamente na lã.
Regiões estratégicas de soja deverão ter pressão forte de mosca-branca
Recentemente, o pesquisador Germison Tomquelski, da Desafios Agro, de Chapadão do Sul (MS), alertou para a tendência de ataques severos da mosca-branca (Bemisia Tabaci) em lavouras de soja da região do Matopiba, formada pelos estados Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A equipe técnica da Sipcam Nichino Brasil acredita que a praga também deverá chegar a Goiás e Minas Gerais. Esses pontos do país estão sob riscos de seca e calor extremo decorrentes da prevalência do fenômeno El Niño na safra 2026-27. Segundo Tomquelski, a mosca-branca, não controlada, resulta em prejuízos de 10% a 70% à produção de soja, algo em torno de cinco a 30 sacas por hectare nos dias de hoje. “Faz muita diferença o sojicultor estar preparado, com produtos específicos à mão e entrar com o tratamento no momento correto. Caso contrário, tende a perder bastante para a praga.” Segundo o pesquisador, o monitoramento da lavoura constitui uma medida essencial ao êxito no controle da mosca-branca. “Ideal aplicar inseticidas já na presença das primeiras ninfas na praga nos folíolos da soja, quando houver duas, três ninfas por folíolo. Importante observar também a cultura no pré-fechamento.”
Filhos de Viatina 19 FIV Mara Móveis são os Grandes Campões da Expoinel
Viatina V19 FIV Napemo e Indhu da HRO são os melhores animais da exposição. Casa Branca também foi Melhor Criador, Melhor Expositor e Expositor Supremo. A Casa Branca Agropastoril fez história nas pistas da Expoinel, a mais importante exposição da raça Nelore, em Uberaba (MG). A propriedade foi Melhor Criador, Melhor Expositor e Melhor Expositor Supremo. Além disso, fez a Grande Campeã Fêmea e o Grande Campeão Macho, ambos filhos da recordista mundial de valorização, Viatina 19 FIV Mara Móveis. A Grande Campeã Nelore da Expoinel 2026 foi Viatina V19 FIV Napemo. FIV tem apenas 38 meses e também foi a campeã Vaca Jovem. O Grande Campeão Nelore foi Indhu FIV HRO, filho de Viatina 19, valorizado em R$ 9,96 milhões. Tem apenas 18 meses e foi o campeão Júnior. Além de Viatina V19 e Indhu, a Casa Branca fez os seguintes campeões: Novilha Menor: Esmee FIV CBA. Bezerra Maior: Ética FIV CBA. Touro Júnior Maior: Evoke FIV CBA. Touro Sênior: Kyt Moscou FIV.
Programa IAC-Quepia trata de segurança e proteção no uso de agroquímicos
Ocorre na cidade paulista de Jundiaí, nos dias 6 e 9 de novembro, o Workshop Mitigação de Riscos e Uso de Equipamentos de Proteção Individual no Trabalho com Agrotóxicos. A iniciativa une o programa IAC-Quepia, da DEA do IAC e o Centre for Personal Protective Equipment for Pesticide Operators. O ICPPE tem sede na Universidade de Maryland Eastern Shore, EUA. De acordo com o pesquisador Hamilton Ramos, diretor da DEA-IAC, coordenador do IAC-Quepia, e membro do ICPPE, o encontro reunirá especialistas. Com recursos captados junto a empresas do agronegócio, o Programa IAC-Quepia foi criado há 20 anos. Tornou-se modelo de ação em apoio à proteção do trabalho rural frente à exposição a agroquímicos. Contribuiu para a melhora efetiva da qualidade. O trabalho de pesquisa do programa resultou na queda das reprovações de qualidade de EPI agrícolas fabricados no Brasil, que eram da ordem de 80% do montante analisado em laboratório, d
em 2010, para menos de 20%.