Transição seca-águas exige atenção para manter o desempenho do rebanho

Mudanças na disponibilidade e na qualidade das pastagens reforçam a importância de avaliar a condição dos animais e planejar o manejo para o novo ciclo produtivo
São Paulo, outubro de 2026 – A chegada das primeiras chuvas marca uma mudança importante na rotina das propriedades pecuárias. Depois de meses de seca, período em que a menor disponibilidade e qualidade nutricional das pastagens pode limitar o desempenho dos bovinos, a transição para as águas exige planejamento para que o rebanho esteja preparado para aproveitar a melhora das condições de alimentação¹.
A mudança de estação, no entanto, não significa que todos os animais responderão imediatamente da mesma maneira. O desempenho depende de fatores como a condição em que chegaram ao final da seca, a categoria animal, a fase produtiva, a disponibilidade e a qualidade da forragem e o manejo adotado na propriedade. Por isso, avaliar o rebanho e identificar os animais que demandam atenção específica são passos importantes nesse período.
“O início das águas cria uma expectativa natural de melhora das condições de alimentação, mas é importante entender como o rebanho atravessou o período seco. Avaliar a condição dos animais, o consumo e o desempenho ajudam a identificar quais categorias precisam de maior atenção e permite direcionar melhor as estratégias de manejo para essa nova fase”, explica Henrique Hooper, médico-veterinário e Coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes na Zoetis Brasil.
Entre as ferramentas que auxiliam nessa avaliação está o escore de condição corporal (ECC), utilizado para estimar as reservas corporais dos animais e apoiar decisões relacionadas ao manejo nutricional. Mais do que observar apenas o peso, acompanhar a condição corporal ajuda o produtor e o médico-veterinário a identificar diferenças dentro do rebanho e estabelecer estratégias de acordo com as necessidades de cada grupo.
O planejamento nutricional também merece atenção durante a transição seca-águas. Estudos conduzidos com bovinos em pastejo nesse período mostram que diferentes níveis de suplementação podem influenciar positivamente o desempenho dos animais, reforçando a importância de adequar o manejo às condições da propriedade e às exigências de cada categoria².
Além de garantir uma alimentação adequada, a avaliação dos animais permite identificar situações específicas que podem exigir suporte adicional. Quadros de déficit vitamínico, por exemplo, devem ser avaliados individualmente para que o médico-veterinário possa definir a estratégia mais adequada.
“A transição entre a seca e as águas é um momento importante para olhar o rebanho de forma mais criteriosa. Nem todos os animais terão as mesmas necessidades. Quando identificamos alguma deficiência específica, podemos utilizar ferramentas direcionadas para aquele quadro, sempre associadas a um manejo nutricional adequado e à orientação do médico-veterinário”, acrescenta Hooper.
Para bovinos com déficit vitamínico, uma das opções disponíveis no portfólio da Zoetis é Potenay® 50C, indicado como aporte de vitaminas do complexo B — B2, B3 e B6 — e cafeína. Essas vitaminas participam de diferentes processos metabólicos, atuam como cofatores nas reações enzimáticas, ajudam as células a gerarem energia e sintetizar proteínas. Influenciam diretamente o sistema nervoso e imunológico. Além disso, um grande diferencial em sua formulação é a associação com a cafeína, estimulante do sistema nervoso central, função cardíaca, circulação sanguínea e liberação de adrenalina
Potenay® 50C é indicado para bovinos a partir dos seis meses de idade e deve ser utilizado sob prescrição e orientação do médico-veterinário. De acordo com a bula do produto, não há necessidade de período de retirada para abate ou consumo de leite. O medicamento não foi testado para uso em fêmeas prenhes.
“Não existe uma medida isolada capaz de determinar o desempenho do rebanho nessa transição. O resultado depende de um conjunto de decisões que envolve alimentação, manejo, sanidade e acompanhamento dos animais. Quanto melhor conhecemos a condição do rebanho, mais direcionadas podem ser as estratégias adotadas para atravessar essa mudança de estação e favorecer o desempenho dos animais”, conclui Henrique Hooper.
Para a Zoetis, acompanhar os animais ao longo das diferentes fases do ciclo produtivo é parte importante de uma pecuária mais eficiente. A companhia atua ao lado de médicos-veterinários e produtores, oferecendo soluções e conhecimento técnico para apoiar decisões relacionadas à saúde e ao desempenho dos rebanhos.
Sobre a Zoetis
Como empresa líder mundial em saúde animal, a Zoetis é movida por um propósito singular: fortalecer o mundo e a humanidade por meio do avanço no cuidado com os animais. Com um legado de quase 75 anos, a Zoetis continua a inovar em formas de prever, prevenir, detectar e tratar doenças animais, apoiando médicos veterinários, responsáveis de animais de companhia e criadores de gado em mais de 100 países. Integramos profunda expertise científica, P&D orientada por dados, manufatura avançada e excelência operacional para entregar inovação significativa em medicamentos, vacinas, diagnósticos, biofarmacêuticos e soluções digitais. Guiada por nossa visão de ser a empresa de saúde animal mais confiável e valorizada, a Zoetis está comprometida em estabelecer novos padrões para o futuro do cuidado animal por meio da inovação, obsessão pelo cliente e colegas focados em propósito. Para saber mais, visite Zoetis.com.br
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Referências
2.https://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/657927?utm_source